A princesa de Babilônia – Voltaire

Voltaire, um dos grandes vultos do Iluminismo, faz aqui uma crítica velada mas mordaz aos poderes instituídos da sua época, muitos deles ainda hoje vigentes na nossa sociedade. Três reis disputam a mão de Formosanta, a princesa da Babilónia, filha do rei Belo. A meio do cerimonial da disputa, surge inesperadamente um jovem desconhecido montando um licorne e transportando consigo a coisa mais rara do universo: a Fénix. É Amazan, o pastor belo e forte, modelo de homem perfeito. Formosanta e Amazan apaixonam-se, mas um equívoco faz Amazan crer que a princesa lhe foi desleal. Sentindo-se traído, ele resolve correr o mundo e Formosanta sai no seu encalço para desfazer o equívoco e comprovar a sua lealdade. Pelo meio, ambos viverão aventuras extraordinárias em países distantes antes que possam consumar o amor a que estavam predestinados. Voltaire serve-se da peregrinação de Amazan pela Europa e Ásia para criticar com acidez e ironizar o fanatismo e intolerância religiosas, a estupidez e a superstição cultivadas pelos governantes e pelo clero e as leis equívocas. Faz ao mesmo tempo o elogio daqueles países onde reinam a justiça, a igualdade e a tolerância.

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Publicado em novembro 2, 2011, em FILOSOFIA E POLITICA. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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